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Arquivo Leonardo Maximo .  LMA

Histórico do Arquivo

O arquivo de Leonardo Maximo da Silva - Léo Máximo - é uma coleção que reúne uma série de fontes documentais (musicográficas, não musicográficas e fonográficas) de seis acervos: Mariza Ramos, Evandro do Bandolim (1932-1994), Cléusio de Oliveira, Marcio Gomes, Roberto Barbosa e Edson Luis Masson.

O acervo (doado ou comprado por Léo Maximo) estava reunido em seu local de trabalho, o qual também abrigava um espaço cultural – o “Espaço Fábrica” – localizado em SP, e dedicado a realizar rodas de Choro com vários músicos (estas rodas também foram registradas e compõem seu acervo virtual).

O acervo foi encaminhado ao CDM SJC pelo próprio músico, em novembro de 2025 e janeiro de 2026, para receber os cuidados técnicos que garantam sua preservação.

​Em especial, o acervo de Evandro do Bandolim - Josevandro Pires de Carvalho (João Pessoa, 19.03.1932 - São Paulo, 30.10.1994), grande referência do bandolim brasileiro - contém gravações de rodas em fitas cassete, fitas VHS, fitas de rolo, seus equipamentos de gravação, além de conter partituras manuscritas do princípio do século 20.

Biografia resumida

Todas as informações foram baseadas em relatos pessoais e também em página online.

Léo Maximo, multi-instrumentista,  conduziu o “Espaço Fábrica”, uma atividade cultural realizada em seu local de trabalho (entre 2020 e 2021), para receber rodas de Choro com músicos de diferentes gerações do Choro, como Luizinho 7 cordas, Danilo Brito, Edson Masson, Maik Moura, entre outros.

Como violonista participou do “Brasil Toca Choro” (TV Cultura), do Regional Era de Ouro, entre outros conjuntos.

“Leonardo Maximo, ou Léo Maximo como é conhecido entre os chorões, nasceu em 27 de fevereiro de 1984 em São Bernardo do Campo na grande São Paulo.

Autodidata, iniciou ainda jovem seu aprendizado ao cavaquinho, substituído pelo bandolim pouco tempo depois.

Frequentador incansável das rodas de choro pelo Brasil, tocou com os grandes nomes da música brasileira.

 

Suas grandes referências das rodas foram: Inácio Oliveira, Edson Masson, Tonico do Bandolim, Luciano do Bandolim, Carlos Poyares, Valter Silva, Valdo, Ed Gagliard, Zivaldo Maia, Tião do Cavaco, Garcia do bandolim, Tarcisio Sardinha, Cidinho 7 Cordas, Mestre Siqueira, Severino do pandeiro, João do cavaquinho, Aloisio do pandeiro, João Macacão, Clovis do Violão, João Macambira, Manoel Andrade, Toninho Galani, Maestro José Arnaldo, Paulinho Faria, Zé Rosinha, Lilinho 7 cordas, Danilo Brito, Gian Correa, Charles da Flauta, Joca 7 cordas, Gatão do pandeiro, Mineiro 7 cordas, Lito 7 cordas, Rodolfo do Bandolim, Carlos do Bandolim, Alemão do Violão, Jurandir do cavaco, "Chico, Zezinho e Vaíco do acordeon", Ricardo 7 cordas entre outros.

 

Além dos citados presentes, foi em Benedito Lacerda e regional e tudo que envolveram eles, como solistas e cantores tais: Luiz Americano, Garoto, Jacob, Orlando Silva, Isaura Garcia entre outros (as) onde moldou o seu entendimento musical.

Com o passar dos anos o aprendizado (também autodidata) se deu ao violão 6 cordas e ao violão tenor.

O primeiro contato com um violão tenor foi no final dos anos 90 na cidade de Ourinhos SP, onde foi apresentado pelo Sr. ANTONIO, chorão multi-instumentista que teria sido amigo de Garoto entre os anos 40/50, infelizmente Léo o conheceu bem velhinho e não teve tempo de vê-lo com os dedos em forma, apenas guardou histórias contadas pelo amigo Antonio e conheceu então o instrumento violão tenor dinâmico, onde se apaixonou a primeira audição.

Pouco tempo depois conseguiu trocar seu principal instrumento em um violão tenor dinâmico (este mesmo da foto), passando a dedicar-se a um instrumento desafiador aos olhos de qualquer solista ou acompanhador.

Levando a música sempre como atividade paralela, sendo sua atividade industriario, vem aprendendo a cada dia com pesquisas e oportunidades proporcionada pela vida.

Léo Maximo intitula-se como um "mero apaixonado da boa música", e em respeito a atividade profissional de um músico, não se considera músico e sim um tocador de choros e generos brasileiro.

Pesquisador e bom ouvinte tem muito a contribuir aos músicos e entusiastas da música tradicional brasileira.”

Fonte: “Memória do Violão Tenor Brasileiro” (Acesso em 05/01/20216)

Leonardo Maximo da Silva - Léo Máximo

(São Bernardo do Campo/SP, 27.02.1984)

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